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Experiências Físicas e Internas

O objetivo de qualquer estudante de gnosticismo é as comprovações daquilo que os Veneráveis Mestres nos indicam.
Primeiro temos a luz destes VM nos iluminando o caminho, então vivemos parte do aprendizado destes VMs.
Não quer dizer que isso é nosso conhecimento. E sim, tomamos de exemplo as experiências do VMs.
E na maioria das vezes entendemos ou fomos orientados que tal como passaram os VMs, assim vamos nós, no avanço do nosso caminho também passar.
Na realidade, pelos mais variados níveis de hierarquia, que tem os Vms, e de acordo com a missão que estão realizando, nos mostram partes do que vamos vivenciar.
E cabe a nós, ir trilhando, experimentando e vivendo o caminho.
E chegara para qualquer estudante sincero, o momento em que deve tomar a sua luz e iluminar o seu próprio caminho.
E nele, antes e depois de entrar no caminho, temos que saber entender e compreender as experiências e ensinamentos que vamos recebendo, seja no físico, seja no interno.
Todos, absolutamente todos, temos atividades físicas (trabalhar, respirar e etc) e atividades internas (sonhos, visões e etc).
Infelizmente a maioria dos estudantes não sabem levar com equilíbrio, o que aprendemos fisicamente e muito menos as orientações e experiências nos mundos internos.
Devemos entender e compreender em definitivo, que o físico é reflexo do interno e o interno é reflexo do físico.
Damos exemplos vários disto.
Quantos de nós se recorda das provas com o Guardião do Umbral (já não estamos lendo a experiência e vivência dos VMs e sim a nossa, então é nosso conhecimento)
Quantos de nós se recorda das provas dos 4 elementos...
Onde nos mundos internos nos vemos na prova do fogo, sendo insultados, difamados e etc, se devolvemos os insultos ou agressões, reprovamos, se ficamos indiferentes ante a cena, passamos nesta prova.
E isso ocorre também no físico, quando por um motivo qualquer somos, insultados, difamados e etc, e logo atuamos da mesma forma do agressor. Fomos reprovados.
Então temos que entender e compreender que as provações no mundo físico e mundos internos, andam lado a lado. Um reflexo do outro.
Se perdemos aqui no físico, perdemos nos mundos internos.
Antes de se acercar muitas provações ao estudante, somos avisados pela simbologia, ou até mesmo com a intervenção direta de nosso Pai ou Mãe.
Isso vai depender do nível de consciência que cada pessoa conquistou aqui no mundo físico.
Quantos de nós não fomos avisados de várias e várias ocorrências que a nós iria logo ocorrer, e por falta de disciplina na recordação dos chamados sonhos e mesmo, tendo a recordação, a pessoa acredita que é algo vindo dos eus.
Temos que nos disciplinar no estudo das simbologias, números e o significado das cartas do Tarot.
E para esse esforço não ser em vão, muita disciplina na recordação dos sonhos.
Como vamos saber, como anda a qualidade do mercúrio, quando vamos estar aptos ao despertar do kundalini, que vértebra esta o kundalini.
Recordando que em cada vértebra temos as mais variadas provações e isso corre em paralelo com físico e interno.
Muitas vezes sabemos que fomos aprovados em tal ou qual vértebra, pela simbologia.
Se ainda somos leigos na simbologia, como vamos saber do ensinamento e ou orientação que nos foi entregue.

Falamos do estudante sincero, que é aquele com a verdadeira intenção de superação das debilidades. E da luta para vencer as fraquezas (eus).
E tem aqueles, que sabem de memória, quase que tudo de gnosis, no entanto é apenas a letra morta, pois lhe perguntamos, das devidas comprovações do ensinamento, pronto já arranjamos um inimigo ou um mete-medos. A esses falta a prática, a comprovação do ensinamento.
Sendo algo normal e natural, porque a pessoa se ofende ou já nos lança uma porção medos? por exemplo, não, isso do interno não se pode falar, você vai ser castigado ou você esta traindo a seus Pais e VMS.

Isto nos leva a dizer, que aquele que recebe orientações e conhecimentos nos mundos internos e não sabe dosar e medir, o que é somente para ele e o que é para ser passado aos demais, realmente, falta equilíbrio. E sim, ficará em trevas por um bom tempo, até se corrigir (eus).

Afinal, temos que aprender para ensinar. E ensinar para aprender.

15/mar/2014

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