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A Marcha do Trem

Sabemos que o VM Samael, nos mostra o movimento gnóstico, na simbologia do trem em movimento.

Ficamos meses atrás pesarosos, pelos últimos acontecimentos conhecidos na esfera física que deu em uma das vertentes do movimento gnóstico.
Não pelos mais antigos, que mesmo sabedores das didáticas corretas para o avanço espiritual, ficaram perdendo tempo nos sofismas de distração da legião.
Mas sim, pelos que ainda não tiveram e não vão ter a oportunidade de ter as chaves corretas para uma pronta revolução interior.

Porém na reflexão entendemos que tudo tem seu tempo e por mais que um ou vários sejam prejudicados por essas atividades que exerce a loja negra nestes instantes.
Com o passar dos tempos, tudo isso é necessário para depurar aqueles que quando são submetidos a medida dos fogos vertebrais, tem ainda a oportunidade de continuar nos trabalhos sobre si mesmo.
Trabalha em sintonia a loja branca e a loja negra, pois afinal, como vamos dar as notas do avanço se não somos submetidos as tentações.

Claro, temos que nos momentos certos, equilibrar essas duas forças, é onde entra os que quando são submetido as provações, as vencem e os que são vencidos.
Isto reflete nas atividades instituições.
Onde, um ou vários, podem estar com a razão e um ou vários estar sem a razão.
E nisto se processa as provações para cada um, para vários e para aquela vertente física do movimento gnóstico.

Certo ou errado, isso somente a consciência de cada um é capaz de dizer para cada situação e momento.
O que para mim é errado, para o outro é o certo, e com isso se da os eventos necessários para superarmos as nossas debilidades.

Certamente, aquele que ainda mantêm, em seu interior o dito sabor da derrota, vai querer a vingança e será um elemento em uso para os planos da loja negra.
Certamente, aquele que aproveitou essas situações e deu morte aos egoísmos que ali se manifestaram, hoje, colhem os frutos, pois a sua parte interna, recebeu as devidas condecorações pelos triunfos.

Pois vejamos um trem em movimento, ele tem um início e uma parada final.
Nas paradas em estações, descem e sobem muitas ou poucas pessoas.
O trem do movimento gnóstico meses atrás deu uma parada numa estação, imaginemos quantos que ainda continuam, quantos que por ali chegaram, e não conseguiram ir mais além, e quantos embarcaram.

Percebemos que quem tem a parte prática ativa, é sabedor destas paradas e de quantos ficam, quantos sobem...
Com passar dos tempos, temos que dizer que é muito difícil aquele que esta avançando, não ser sabedor de tal condição interior.
Caso contrário, como se daria a morte em etapas mais profundas, onde é necessário, pelo menos recordar as atividades que tivemos nas horas em que o corpo físico repousa.
Alguns, perceberam, sentiram essa aproximação da estação, que traduzimos como a prestação de contas, individual e coletivo, daqueles que entram nas fileiras da revolução interior.
Uns tiveram acesso direto, onde podiam ver as duras provas que alguns eram submetidos.
Uns tiveram, viram o trem parando na estação e se dando os julgamentos.
Outros sentiram as fortes vibrações do momento.

Com isto, temos ser atentos nestes acontecidos, mas no entanto, sem sermos tiranos, ou indo aos extremo da misericórdia.
Temos que neles, ver que as coisas estão se afunilando cada vez mais.
E tem que dar, o trem na última estação...seja ela a nosso trabalho, seja ela a do trabalho coletivo.
Anos, quantos anos para isto? Não nos cabe isso, pois se apenas um se der ao pleno trabalho o tempo deixa de existir.
Pois vai se abrir as possibilidades de justiça e misericórdia para com aquele ser.

Alguns entendem como que nestas horas, se deve esmorecer aos trabalhos internos e divulgação.
Afirmamos que é um engano muito grave.
Temos que nestes momentos onde o trem para numa estação, intensificar, o trabalho e a divulgação.

Se paramos o trabalho interno, nos colhe a justiça.
Se paramos a divulgação, a justiça colhe o coletivo.
E o trem, terá enfim chegado a uma estação final.

Que cada um aumente os esforços onde seja necessário.
Aqueles que receberam o básico do ensinamento, tem as plenas condições de entender o que lhe faculta fazer.
Os antigos, pesa muito mais, pois devem equilibrar o Morrer, Nascer e o Sacrifício.

15/jun/2014

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